MADE IN CHINA
Não está nas luzes dos arranha-céus da Bund e nem nos restaurantes fusion a prova viva de que o velho oriente e o moderno ocidente se cruzaram nas ruas da China. No espaço transacional entre o passado e o presente, é a cena artística contemporânea produzida em Beijing e Shanghai que parece ditar o futuro de uma cultura, para dizer o mínimo, multidisciplinar. E de olhos bem abertos para criar.
Peças-chave do jogo artsy mundial, as duas cidades, mais do que nunca, tornaram-se paradas obrigatórias para colecionadores, dealers, curadores e gente que não pensa em comprar, apenas contemplar uma obra. De olho no mercado que só faz crescer, art experts se associaram as agências de lifestyle para criar um tour pelos ateliês de artistas promissores, museus, feiras de arte, antiquários, construções históricas e galerias mais expressivas das duas mais importantes metrópoles chinesas.
São 10 dias de viagem, a começar em Shanghai. No programa, uma imersão completa em sua nova Art District, com tour guiado pelo MOCA (Museum of Contemporary Art), Shanghai Museum e visitas a estúdios de pintores e escultores de Moganshan, mais a ShContemporary 10 Art Fair, que se realiza no belíssimo jardim de Yuyuan, além, claro, da Expo 2010 e seus pavilhões ultra qualquer coisa.
Já em Pequim a pegada é mais tradicional, uma verdadeira aula de história durante a caminhada pela Cidade Proibida, Praça Tian’an e arredores. O toque de futurismo fica para a última etapa da viagem. A melhor parte, diga-se: um dia inteiro no espetacular Ullens Center, onde está a maior coleção privada de arte contemporânea da China. In loco, a certeza de que o amanhã para eles é agora.
O tour acontece de 7 a 18 de setembro. O valor por pessoa é de 8 mil dólares, com hotéis, refeições, voos internos e entradas para todos os programas inclusos. Se vale a pena? É negócio da China!









































